Resenha Crip Camp: a revolução da inclusão


Fonte da imagem: Adoro Cinema


A gente não tem noção do que uma pessoa deficiente sofre até estar mais perto da situação dela. Foi o que percebi ao assistir esse documentário da Netflix.

A história começou na década de 1970 em que houve o primeiro acampamento só para deficientes. Havia cegos, surdos, paraplégicos, pessoas com atraso mental, paralisia cerebral e outras eram apenas mancas. Aquele acompanhamento serviu para unir aquelas pessoas na maioria jovens. Eles tinham algo em comum, ninguém os julgava ou menosprezava, tornaram-se grandes amizades e até casais.

A partir dali um faísca se acendeu para que corressem atrás dos seus direitos. E foi uma luta enorme que se estende até hoje! Não vou entrar em detalhes para você mesmo assistir e conferir!
Eles contaram com a ajuda dos Panteras Negras que lutavam em favor dos afroamericanos o que me fez muito feliz. Eles se colocaram no lugar do outro. Deram comida a eles todos os dias mesmo sem recursos suficientes enquanto tomavam a sede do governo em vários lugares pedindo implementação da lei para que tivessem acessibilidade, dignidade.
Aqui no Brasil a nossa luta foi tardia e desunida.

Outro ponto que achei interessante nessa história foi que todos se uniram, eles buscavam se comunicar com todos, aprendiam a língua americana de sinais, braile para que todos, sendo cego ou não, surdo ou não, se entendessem e se ajudassem, além de conseguirem empregos uns para os outros.

Falta empatia, mas começa com cada um.
Mostrou também como as políticas públicas são fundamentais para mudar a situação das minorias.
Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟

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