Resenha filme Até o último homem
Sexta-feira assisti a um filme muito interessante chamado Até o último homem. Eu não queria muito ver, mas como o pessoal de casa estava assistindo, parei e acabei prestando mais atenção que todo o mundo e gostei. Para mim era um filme comum de guerra, eu sabia que ele, a personagem principal, era um adventista que não matava, era médico apenas.
Mas a história não é simples assim. Trata de Desmond Doss, um cara definido, posso dizer esta palavra. Mesmo diante de uma dura pena, prestes a ser preso por escolher não tocar em armas, ficou firme, perdeu a data de casamento, mas não negou o que acreditava. Ele não tocava em armas, não as usava somente pela religião, mas por no passado ter um pai alcoólatra, ex-combatente que ficou traumatizado e causou muitos conflitos. Em uma confusão ele quase matou o seu pai que iria machucar sua mãe. Ele disse que não matou de fato o pai, mas no seu coração sim, e foi daí que decidiu não tocar mais em arma. Ironicamente ele foi para o exército dos Estados Unidos na Segunda Guerra lutar contra os japoneses.
Já era de se esperar que ele apanhou, foi humilhado, mas surpreendeu, com esforço e até quem diria com a ajuda de seu pai, saiu da condenação, foi a guerra e salvou 75 homens, e há cenas que ele ajudou japoneses.
Eu me perguntei como cristã o que faria na situação dele, acho que nem iria a guerra. No entanto, olha o que ele fez! Ele não matou ninguém, fez que muitos acreditassem em Deus e na sua fe pelo seu exemplo! Ele não pensou apenas na sua pátria. Ele se autodenominou objetos de consciência e eu não sabia o que era e vou colocar aqui:
"Objetores de consciência são pessoas que seguem princípios religiosos, morais ouéticos de sua consciência, princípios estes que são incompatíveis com o serviço militar, ou as Forças Armadas como uma organização combatente. No primeiro caso os objetores podem estar dispostos a aceitar um serviço alternativo ao serviço militar. No segundo caso[carece de fontes], a objeção do objetor é a todo papel dentro das forças armadas, resultando na rejeição completa do serviço militar, e em alguns casos, objetando também a um serviço civil alternativo como substituto para o serviço militar. Além disso, alguns objetores podem considerar-se pacifistas ou antimilitaristas."
Moral da história: assista esse filme e seja firme, irredutível na afirmação de quem você é! Nós fazemos parte da milícia do Exército de Jesus, mesmo diante das dificuldades não podemos esquecer quem somos, a quem servimos e a decisão que tomamos. Que exemplo temos dado?
Mas a história não é simples assim. Trata de Desmond Doss, um cara definido, posso dizer esta palavra. Mesmo diante de uma dura pena, prestes a ser preso por escolher não tocar em armas, ficou firme, perdeu a data de casamento, mas não negou o que acreditava. Ele não tocava em armas, não as usava somente pela religião, mas por no passado ter um pai alcoólatra, ex-combatente que ficou traumatizado e causou muitos conflitos. Em uma confusão ele quase matou o seu pai que iria machucar sua mãe. Ele disse que não matou de fato o pai, mas no seu coração sim, e foi daí que decidiu não tocar mais em arma. Ironicamente ele foi para o exército dos Estados Unidos na Segunda Guerra lutar contra os japoneses.
Já era de se esperar que ele apanhou, foi humilhado, mas surpreendeu, com esforço e até quem diria com a ajuda de seu pai, saiu da condenação, foi a guerra e salvou 75 homens, e há cenas que ele ajudou japoneses.
Eu me perguntei como cristã o que faria na situação dele, acho que nem iria a guerra. No entanto, olha o que ele fez! Ele não matou ninguém, fez que muitos acreditassem em Deus e na sua fe pelo seu exemplo! Ele não pensou apenas na sua pátria. Ele se autodenominou objetos de consciência e eu não sabia o que era e vou colocar aqui:
"Objetores de consciência são pessoas que seguem princípios religiosos, morais ouéticos de sua consciência, princípios estes que são incompatíveis com o serviço militar, ou as Forças Armadas como uma organização combatente. No primeiro caso os objetores podem estar dispostos a aceitar um serviço alternativo ao serviço militar. No segundo caso[carece de fontes], a objeção do objetor é a todo papel dentro das forças armadas, resultando na rejeição completa do serviço militar, e em alguns casos, objetando também a um serviço civil alternativo como substituto para o serviço militar. Além disso, alguns objetores podem considerar-se pacifistas ou antimilitaristas."
Moral da história: assista esse filme e seja firme, irredutível na afirmação de quem você é! Nós fazemos parte da milícia do Exército de Jesus, mesmo diante das dificuldades não podemos esquecer quem somos, a quem servimos e a decisão que tomamos. Que exemplo temos dado?

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